Archive from Entrevistas



posted by maisa03.28.2020

O ano mal começou e já estamos cheios de mimos da nossa amada Phoebe Tonkin! Desta vez, a atriz realizou um belíssimo ensaio fotográfico para a revista australiana Stellar e ainda concedeu uma entrevista onde ela falou um pouco sobre sua carreira, vida pessoal e ativismo. Confira tudo abaixo:

Foi por volta dos 11 anos que algo chamou a atenção de Phoebe Tonkin, a atriz australiana, modelo e estrela aos olhos de qualquer pessoa com menos de 30 anos. Tímida e retraída, ela ainda pretendia se tornar jornalista quando crescesse.

Mas, um tanto ironicamente, havia algo no palco que a chamava atenção. Já treinada como dançarina, tendo aulas a partir dos quatro anos de idade, agora era o mundo do drama que a despertava interesse por cursos no Australian Theatre for Young People (ATYP) em sua cidade natal, Sydney.
“Eu nunca quis ser atriz”, diz Tonkin a Stellar. “Eu só queria contar histórias.” Ainda hoje, ela diz: “Se houver alguma maneira em que eu possa fazer isso, farei criativamente.”

Veja sua conta no Instagram, onde a atriz e ativista – ela é uma feminista apaixonada e uma ambientalista leal – compartilha com seus 5,4 milhões de seguidores tanto fotos suas e de seus amigos quanto notícias e atualizações sobre as causas que mais importam para ela.
“Quando você olha o Instagram como uma plataforma para alcançar as pessoas, é como ter um jornal”, explica ela. “Aproveito a oportunidade para compartilhar informações ou direcionar pessoas para alguma instituição de caridade ou organização. Seria muito estranho ter esse nível de responsabilidade e não usá-lo para um bom propósito.”

A carreira de atriz de Tonkin decolou apenas alguns anos depois que ela se matriculou nos cursos da ATYP. Quando ela tinha 15 anos, ela conseguiu um dos papéis principais na série fantasiosa sobre sereias, ”H20: Just Add Water” da Network 10 e isso acabou provando ser um trampolim para sua mudança para os Estados Unidos, onde ela estrelou o drama de TV adolescente, ”The Vampire Diaries” e seu spin-off, ”The Originals”.
Os projetos a levam para casa regularmente, e ela esteve na Austrália no início deste ano – inclusive para uma sessão de moda com a Stellar em uma propriedade rural nos arredores de Adelaide.

A crise do incêndio florestal que dominou o início de 2020 mostrou-se especialmente difícil de ignorar. “Estar de volta em casa durante o verão foi incrivelmente emocional, mas também inspirador”, diz ela após refletir.
“É notável quanto dinheiro arrecadamos nesse curto período de tempo e ver como as pessoas realmente querem ajudar e apoiar umas às outras. Se [a tragédia] nos mostrou algo, é que ainda somos um país colaborador e solidário. Estou animada para mostrar outro lado da Austrália agora. Que ainda estamos fortes.”
E se Tonkin sentiu uma onda de orgulho ao ver o país se unir em apoio àqueles que mais precisavam, ela também ficou mais do que feliz em dizer sim quando a icônica marca australiana R.M. Williams a convocou para ser sua primeira embaixadora feminina.
Ela espera que sua associação com eles também ajude, pois o país trabalha para mudar sua narrativa internacional após um verão turbulento.
“Quero dizer, eu costumava usar botas minúsculas da R.M. Williams quando eu era muito pequena na fazenda da nossa família”, diz Tonkin. “Eu cresci conhecendo a marca. Estou realmente empolgada e honrada por fazer parte de uma peça icônica da identidade australiana.”
Ajuda que a linha tenha uma reputação de durabilidade – principalmente porque Tonkin, que também exerceu a função de embaixadora da marca Chanel nos últimos dois anos, pretende viver da maneira mais sustentável possível.
“Eu nunca fui alguém que gosta de possuir muitas coisas”, diz ela. “Sou alguém que viaja com tanta frequência que fisicamente não posso. Quando escolho comprar algo, não quero substituí-lo. Eu quero ter coisas que durem.” E as botas da R.M. Williams, ela diz, “são feitas para durar. Elas são feitos para viajar e explorar, e há algo realmente forte sobre eles.”
“Ouvi histórias sobre como as pessoas enviaram suas botas de volta 45 anos depois para serem arrumadas. Esse é um tipo incrível de reciclagem, em vez de apenas comprar mais”, diz ela. “Espero passar minhas botas da R.M. Williams aos meus filhos, e eu sei que elas estarão por lá.”

De qualquer forma, Tonkin já tem uma vantagem como garota propaganda da Austrália. Juntamente com nomes como Margot Robbie, Teresa Palmer e Lara Worthington, ela foi nomeada pela mídia como uma das “It girls”, que são a resposta milenar para Nicole, Cate e a “gumleaf mafia” de Toni, de meados ao final dos anos 90.
E, embora Tonkin não considere isso necessariamente ruim, ela quer ressaltar que nem todos os seus amigos começaram em Home and Away ou Neighbours.
“Na verdade, tento não ter muitos amigos australianos quando estou nos Estados Unidos”, diz Tonkin (que, de fato, teve um papel de sete episódios em Home And Away como dona de uma loja de animais gótica).
“Mas ter um monte de amigas atrizes australianas era importante para mim, especialmente quando eu estava começando, para me ajudar a me enturmar. Porque você não conhece ninguém. Você não sabe como obter uma licença ou como encontrar um ginecologista. Tenho sorte de ainda estarem na minha vida.”
Ela tem trabalhado com mais firmeza na Austrália nos últimos dois anos, assumindo um papel fundamental na minissérie SBS Safe Harbour e continuando a trabalhar na série Bloom (que retorna no próximo mês), ao lado de Jacki Weaver e Bryan Brown.

Mas, ela diz a Stellar, ela teve que se apoiar para chegar aqui. “Estrelar em um programa infantil tornou difícil ser levada a sério quando adulta. Acho que na Austrália é um pouco mais difícil convencer os diretores de elenco de que tenho 30 agora…”
Talvez por isso ela tenha optado por ficar atrás da câmera também. No ano passado, Tonkin escreveu e dirigiu
”Furlough”, seu primeiro curta-metragem, parcialmente inspirado no marido, ator e diretor de sua boa amiga, Palmer, Mark Webber.
“Eu a vejo criando um nome para si mesma por trás das câmeras como uma das cineastas mais interessantes do setor”, diz Palmer à Stellar. “Ela está de olho no meio e tem uma riqueza de experiências para criar histórias significativas que encontram um público”.
Quanto a Tonkin, ela fica feliz em continuar brincando de aluna – e diz que sabe que, embora do lado de fora possa parecer que ela deu certo, ainda há muito o que aprender. “Gostaria de pensar que sou uma boa filha, uma boa funcionária, uma boa irmã e uma boa amiga.” Mas ela também está muito feliz em admitir: “Eu acho que qualquer mulher de 30 anos ainda tem muito para descobrir.”

REVISTAS – SCANS > 2020 > STELLAR MAGAZINE AUSTRALIA (MARCH)
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ENSAIOS FOTOGRÁFICOS – PHOTOSHOOTS > 2020 > STELLAR MAGAZINE AUSTRALIA
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posted by maisa05.18.2019

Após desfilar para a marca Matteau, da sua amiga, Ilona Harmer, durante a semana de moda da Austrália, Phoebe conversou com a W Magazine e falou sobre moda, trabalhos e muito mais. Confira abaixo a matéria traduzida pela nossa equipe:

Phoebe Tonkin sentiu “pura alegria” desfilando pela primeira vez nas passarelas. 

A Austrália não está em falta em supermodelos, com Miranda Kerr, Gemma Ward, Abbey Lee Kershaw e Elle MacPherson entre muitas superestrelas. Mas no segundo dia da Semana de Moda da Austrália com a coleção de 2020 realizado este ano em Sydney, uma nova estrela em ascensão juntou-se às suas classificações: a atriz Phoebe Tonkin, em seu primeiro desfile. Não foi só apenas um desfile de moda – a atriz de 29 anos chegou na passarela desfilando para seus amigos, Peta Heinsen e Ilona Hamer, em seu primeiro show da marca Matteau. Tonkin juntou-se a um elenco diversificado de modelos, incluindo a australiana nativa Robyn Lawley, que se encaixava perfeitamente com a equipe, sem nenhum sinal de nervos à vista. Aqui, Tonkin fala sobre como foi a sua experiência de estreia nas passarelas, e compartilha suas recentes opiniões sobre moda.

Como você estava se sentindo antes de desfilar?

Eu estava muito animada por Ilona e Peta. A energia nos bastidores foi pura alegria. Todas as meninas se sentiam confiantes e lindas, todos estavam comentando como o show estava calmo. Eu não sou uma modelo, talvez eu devesse me sentir mais nervosa, mas eu estava usando rasteirinhas então imaginei que, desde que eu não andasse pelo caminho errado ou escorregasse, ficaria tudo bem.

O que foi mais surpreendente para você sobre sua experiência na passarela?

Que foi muito rápido! A coisa toda durou apenas seis ou mais minutos! E também como estava tudo tranquilo nos bastidores.

O que você estava pensando enquanto desfilava?

Provavelmente algo completamente não relacionado ao show. Eu estou dirigindo um curta agora então eu estava pensando sobre as lentes de câmera e orçamento de bufê.

Você desfilaria novamente?

Só em rasteirinhas. [Rindo]

Descreva seu estilo em três palavras:

Confortável, relaxado e simples.

O que define o estilo australiano?

Provavelmente semelhante a isso. Nos vestimos de forma prática, que é o que a Matteau encapsula perfeitamente. Somos a favor de roupas que podem nos levar do trabalho para a praia até o bar. Eu diria que geralmente os australianos são descontraídos, e devido ao clima, nós usamos muito algodão e roupa de cama.

Qual é a sua roupa para um dia de folga?

Blue jeans, uma grande camiseta branca e sapatilhas Chanel.

Quem é o seu ícone supremo de estilo?

Carolyn Bessette Kennedy, sempre.

Melhor conselho de moda que você já recebeu?

Vista-se para si mesma, sempre.

Bem mais valioso no seu closet?

Provavelmente as jóias que colecionei ao longo dos anos. Eu tenho um par de Levie’s azuis que Ilona me deu que sempre carrego na bagagem de mão porque morro de medo de perdê-los; eles são a combinação perfeita.

Primeira grande compra de moda?

Isso é tão desagradável, mas quando eu tinha 12 anos, encontrei um bilhete de loteria premiado no chão. Estava em uma área muito ocupada perto de um bar, minha mãe me deixou mantê-lo se não achássemos o dono legítimo. Foi em torno de 100 dólares. Nós voamos para Nova Iorque na semana seguinte para um feriado, e eu gastei em um Cardigã de Casimira grsy DKNY. Eu nem ligava muito para moda, só realmente amei o cardigã. Eu ainda tenho para meus futuros filhos usarem.

Qual foi a última coisa que você comprou?

Um moletom de Lee Mathews! Eu ainda não tirei do corpo. É tão grande e confortável.

Atualmente na sua lista de desejos de compras:

Uma leica!

O maior arrependimento em relação à moda?

A maioria das minhas roupas nos tapetes vermelhos em 2014.

Roupa favorita que já usou no tapete vermelho?

Eu adorei o suéter da Chanel e o Levi’s jeans (uma bolsa jeans) que usei no show da Chanel em cruzeiro há alguns anos. Eu também adorei o vestido de renda vermelha Christopher Kane que usei para a festa da Vanity Fair ano passado.

Momento de moda favorito da cultura pop?

Gwyneth Paltrow oferece excelentes visuais em “De Caso com o Acaso”: as jaquetas de couro, os penteados. Praticamente todo filme de Gwyneth Paltrow daquela época. O cardigã verde e a saia que ela usa em “Grandes Esperanças” é provavelmente uma das minhas favoritas. Eu adoro aquele filme! Além desses, o vestido que Jennifer Conelly usa em “Labirinto: A Magia do Tempo”.

O que tem na sua bolsa?

Garrafa de água reutilizável, minha carteira, gengibre cristalizado e batom Kosas.

Música para ouvir enquanto se prepara?

Hælos ou Alt-J. Depende para aonde estou indo ou com quem estou indo.

posted by maisa04.28.2019

Recentemente, Phoebe concedeu uma entrevista ao site Green + Simple, onde ela fala sobre feminismo, ativismo, política, vida pessoal e muito mais. Confira abaixo, a matéria traduzida:

Da mudança climática ao feminismo, porque nós amamos essa atriz australiana

Phoebe Tonkin é como um sopro de ar fresco. Com sua pele de porcelana e estrutura esbelta, ela é a epítome da beleza natural, mas há muito mais nessa atriz australiana que é difícil saber por onde começar. Nós conversamos com Phoebe durante sua recente visita a Austrália, onde ela foi agradavelmente aberta e honesta sobre questões que ela se importa. Dos direitos humanos ao feminismo, sua postura sobre a mudança climática e política dos EUA, foi certamente um afastamento da entrevista medíocre de celebridades.

Mas o que realmente eleva Phoebe, baseada em Los Angeles, é a maneira como ela não teve medo de usar sua influência para inspirar a ação.

“Se você vive nesta terra, acho que é nossa responsabilidade garantir que ela ainda esteja aqui para as gerações futuras. Eu acho que seria incrivelmente egoísta pensar, “isso não vai me afetar” porque, quando isso acontecer, o aquecimento global realmente devastará este mundo,” diz ela, francamente, quando perguntamos a ela o que significa sustentabilidade para ela.

Há muita coisa que Phoebe sente muito a respeito, e durante nosso bate-papo um assunto comum ao qual voltamos é como ela vê sua responsabilidade de expressar sua opinião para que outros possam se inspirar a formar a deles.

“Tenho a sorte de ter muitas pessoas adoráveis ​​que me seguem no Instagram, e é bom, pelo menos, pedir que elas tenham uma opinião em geral; em tudo, da política à igualdade de direitos, saúde e bem-estar dos animais, feminismo ou o que quer que seja”, diz ela.

No ano passado, Phoebe usou a plataforma social para convencer seus seguidores americanos a votarem nas eleições de meio de mandato, enquanto na Austrália ela fala livremente sobre igualdade e aponta o atual tratamento dos refugiados como uma das muitas questões que ela defenderá. “Eu acho que a detenção de refugiados é terrível e chocante. Acho que chegou o tempo da Austrália abolir esses tipos de prisões. Essas pessoas estão lá há anos e anos, e em condições tão horríveis ”, diz ela.
De aparecer em Home and Away para Vampire Diaries e mais recentemente, o drama australiano Bloom, em algum lugar ao longo do caminho, ela passou de atriz adolescente para megastar global. Junto com suas companheiras Margot Robbie e Teresa Palmer, ela faz parte do círculo íntimo da Chanel, participou de sessões de moda para a Vogue US, Elle e se uniu a Lara Worthington na campanha de moda #findyouruniform de Jenni Kayne.

Nos últimos oito anos, Phoebe chamou os EUA de lar, os primeiros cinco anos em Atlanta durante as filmagens de Vampire Diaries e mais recentemente em Los Angeles, onde ela diz que suas coisas favoritas para fazer são jantares, cozinhar para amigos e fazer viagens de carro para um de seus lugares favoritos, Ojai. “Eu apenas curto”, diz ela.

A nativa Sydneysider relaciona a atriz e a australiana Teresa Palmer como uma de suas grandes mentoras em Los Angeles, alimentando ainda mais as nossas impressões de um grupo super talentoso de atrizes australianas que pensam do mesmo modo fazendo ondas em todo o Pacífico.

“Ela (Teresa) é outra pessoa que é realmente apaixonada pelo meio ambiente e garante que sua família esteja ciente da comida que comem e de onde vem”, diz ela sobre sua amiga, que também é co-fundadora da Your Zen Mama.

“Ela é como uma irmã para mim, nesse sentido. Ela é alguém com quem posso ligar com qualquer tipo de problema, notícias ou qualquer outra coisa. Ela é sempre uma boa ouvinte e dá conselhos realmente bons”.

Aqui nós conversamos com Phoebe sobre tudo, desde expressar sua opinião para seus 4,9 milhões de seguidores no Instagram, modelos e mentores para o que está em seu kit de desperdício zero e suas coisas favoritas para fazer em seu tempo livre.

G+S: Nós amamos como você é ferozmente apaixonada sobre o feminismo, o que significa ser feminista para você?

Para mim, feminismo não é gênero específico, é que todo mundo merece ser tratado de forma justa e respeitosa. Representa a luta pela igualdade e pela liberdade. Eu acho que é importante falar sobre isso, e isso parece ser minha responsabilidade, porque eu tenho a sorte de ter muitas pessoas adoráveis ​​que me seguem no Instagram. É bom poder incentivá-los a ter uma opinião sobre tudo, da política ao meio ambiente.

G+S: Você nomeava sua mãe como uma de suas maiores inspirações, conte-nos sobre ela.

Ela sempre é valorizada trabalhando duro e sendo ambiciosa. Para ir para as coisas que você quer na vida, mas também para aproveitar a vida ao mesmo tempo, é sobre encontrar esse tipo de equilíbrio. Ela nos ensinou a sermos jovens senhoras fortes e independentes. Acho que isso só me seguiu quando me tornei mais velha. Fomos ensinadas que tínhamos vozes e que, se trabalhássemos muito, poderíamos fazer o que quiséssemos.

G+S: Nós amamos que você tem paixão pelo meio ambiente, você foi sempre assim?

Eu acho que sim! Crescendo eu estava muito consciente da minha pegada ambiental. Meu pai é um defensor absoluto de desligar as luzes. Minha mãe cultiva seus próprios vegetais e ervas no jardim e realmente tenta evitar alimentos processados. Nós meio que crescemos comendo dessa maneira também. Então eu vi um documentário alguns anos atrás chamado Cowspiracy: The Sustainability Secret, que abordou a pegada da indústria da carne, o desmatamento que ocorre, as fábricas que são construídas e quanto de impacto está colocando em nossa terra. Então há a quantidade de plástico que usamos. Eu nem acho que as pessoas realmente percebem o quanto de plástico elas estão usando.

G+S: Vamos falar mais sobre o plástico, é impossível evitar e ainda é uma enorme ameaça à nossa vida marinha, quais são seus pensamentos?

Isso é generalizado, mas eu diria que, especialmente vivendo na América, somos tão frívolos com o uso de plástico. Eu nem acho que as pessoas percebem o quanto de plástico elas estão usando. Acabei de ler sobre um estudo realizado em tartarugas onde eles descobriram que metade das tartarugas marinhas do mundo têm plástico no estômago. Isso é horrível, e não afeta apenas animais, afeta o ar que respiramos, afeta a geração de nossos filhos. Eu acho que é muito descuidado para qualquer governo dizer que o aquecimento global não existe, porque acontece. É nosso trabalho fazer a nossa parte para evitar a destruição desta terra e, você sabe, o nosso futuro.

G+S: Quem inspira você a viver mais conscientemente?

Tem uma garota chamada Julia, que é a rainha da luta por essa terra. Nós fizemos um vídeo há pouco tempo nos mostrando no mercado comprando todos os nossos produtos sem usar nenhum plástico. É incrível como você usa o plástico todos os dias e nem pensa nisso. Se você está colocando alguns limões em um saco plástico, comprando garrafas de água, ou garrafas de refrigerante, ou o que for. Ver como é fácil fazer isso sem usar plástico foi realmente inspirador.

G+S: E quanto às marcas que inspiram você?

Eu amo a Reforma. Eles estão conscientemente limitando a quantidade de novos materiais que estão criando. Eu não compro muitas roupas, mas se eu vou comprar, eu realmente tento gravitar para qualquer coisa vintage ou marcas como Ref.

G+S: Quais são as penas mudanças que você fez ao seu estilo de vida que ficaram?

Eu gosto de manter uma garrafa no meu carro e uma garrafa em casa. Mesmo com xícaras de café, eu costumo fazer meu café em casa, mas quando estou no set, e estou de manhã cedo, eu sempre tomo minha xícara de café reutilizável. E eu tento casualmente sugerir a outras pessoas que façam o mesmo!

G+S: O que você acha que as pessoas devem saber para inspirá-las a fazer pequenas mudanças em suas vidas?

Eu acho que as pessoas precisam ver os efeitos do lixo que estão criando. Eu diria que qualquer um que veja em primeira mão a quantidade de plástico – e os animais que estão sendo mortos ou feridos como resultado – pelo menos pensará duas vezes na próxima vez em que talvez consiga uma bebida com um canudo de plástico. Apenas leva as pessoas a perceber que ainda podem viver suas vidas da mesma maneira. Quero dizer, você sabe, dizer que não usa um canudo de plástico não vai arruinar sua vida.

G+S: O que você faz para o seu bem-estar pessoal, para se sentir bem?

É simples, ir à praia, se exercitar, dormir bem, comer bem. Não ficar acordadA até tarde. Apenas me nutrir em todos os sentidos, seja lendo, assistindo bons filmes, ouvindo música, vendo pessoas que eu amo, minha família, meus amigos. Isso sempre faz eu me sentir mais saudável.

Tradução e adaptação: Equipe PTBR.

posted by maisa02.19.2019

Phoebe concedeu uma entrevista para o site Matteu, onde ela fala sobre seus trabalhos, vida pessoal e mais. Confira a matéria traduzida pela nossa equipe abaixo:

 

Phoebe Tonkin: A musa original da Matteau

Phoebe Tonkin é a primeira. Ela é a absoluta Matteau Muse original. Ela é alguém que conhecemos desde sempre e admiramos ainda mais, uma mulher que nos inspira toda vez que a vemos. Mesmo que ela não fizesse parte da família, ela representa o tipo de mulher que sempre amaremos.

Se ela está filmando em Melbourne, Montauk ou LA, ou na primeira fila no Grand Palais como embaixadora da Chanel, Phoebe faz as coisas ganharem vida. Ela disse que 2018 mudou completamente sua trajetória de forma criativa. “Apenas emocionalmente as coisas mudaram para mim. Meu trabalho me desafiou e me inspirou todos os dias. Também me fez perceber o poder do cinema significativo e apreciar a sensação de fazer parte de algo colaborativo ”.

Apesar do sucesso, ela está lutando abertamente com o que significa ser tão visível e o que ela pode fazer para contribuir com essa visibilidade para as coisas que importam para ela. “Eu não entendo por que isso se tornou uma moda para feministas ou ativistas”, disse ela. “Não deveríamos sempre ter nos importado com o mundo e nosso lugar nele?”

Para sobreviver como atriz, você precisa acreditar em algo. O que é óbvio a partir do momento em que você conhece Phoebe é que ela é uma mulher que acredita – em si mesma, na criação, em sua voz e nas vozes daqueles que foram marginalizados em sua indústria. “Seja você um CEO, um diretor de escola, um diretor ou um motorista de ônibus, é preciso haver representação e diversidade. É importante quando as pessoas se sentem representadas, quando se sentem pertencentes a espaços e uma cultura que os isola por tempo demais ”.

Sua paixão pelo que faz – tudo o que faz – é evidente em cada um dos projetos aos quais ela se une e em todas as causas que assume. Quando perguntada sobre o que mais a preocupa no momento, ela não hesita. “As questões que fazem meu sangue ferver: a desigualdade econômica, os maus-tratos de refugiados na Austrália, as absurdas leis de armas na América e os direitos dos animais.” Ainda mais importante, Phoebe disse: “Estou farta dos direitos masculinos. Eu não me importo se você sente que seu trabalho está comprometido; você deveria estar pronto para o desafio. Isso vale para todos os setores. Há uma nova onda de mulheres que são tão famintas, talentosas e apaixonadas como você é agora. “Não poderíamos concordar mais.

Phoebe tem todas as qualidades raras que só se juntam, em uma pessoa, uma vez em uma geração. Seu estilo, sua beleza, sua inteligência, seu espírito trazem vida ao seu trabalho e trazem algo singular para Matteau.

Sobre as mulheres ao redor dela:

O que torna uma mulher bonita é sua substância, inteligência e escuridão. Não tenho sorte de ter tantas pessoas trabalhadoras, inteligentes e criativas em minha vida. Eu sou constantemente inspirada por sua independência e força. Nenhuma das mulheres da minha vida tem medo da ambição. Nós usamos nossa paixão em nossas mangas tão claramente quanto nossos corações!

Suas fontes de inspiração:

Eu sou uma viciada em propriedade. Eu tenho todos os aplicativos, eu deslizo e sonho acordada. Eu sou obcecada. Tive a sorte de morar em Los Angeles e fazer tours de drive-by de algumas arquiteturas incríveis. Lautner, eu adoraria morar em uma de suas casas, você consegue imaginar? Richard Neutra, eu fui à exposição Frank Lloyd Wright há alguns anos atrás.
Meus escritores favoritos são Yrsa Daley-Ward, Gillian Flynn. recentemente Susan Sontag. Michael Pollan; outra jovem escritora que acabei de descobrir é Laura Elizabeth Woollens, ela é australiana.
Eu amo o trabalho de Francesca Woodman, Sally Mann, John William Waterhouse, Egon Schiele, Elsa Bleda, Christiane Spangsberg, Christo e Jeanne-Claude. Eu acho que a imagem das ilhas cercadas por tecido rosa flutuante foi a lembrança mais antiga que tenho de ser surpreendida por uma imagem que eu não estava exposta no currículo escolar quando eu tinha uns 11 anos. Eu a vi em um livro de fotografia.

Memória de verão favorita:

Este verão na Espanha foi muito especial.. Foi improvisado e perfeito. Nadei nua na piscina. Cerejas à beira-mar, Negronis o dia todo, e ouvindo os Cranberries com chapas de queijo à noite.
Nas peças, ela mais valoriza:
Eu tenho muitas jóias lindas. Algumas eu comprei para mim mesma. alguns eu fui presenteada, tanto por amantes como por amigos. Eu também tenho uma extensa coleção de camisetas de ex-namorados.
Uma palavra de sabedoria que ela gostaria de ter recebido cinco anos atrás:
Eu gostaria de ter enfatizado menos sobre o futuro, mas, na verdade, devo aplicar isso à minha vida agora! Eu me preocupo muito com o que está por vir.

O que é mais importante para ela na vida:

Ser uma boa pessoa.
Seu estilo Matteau favorito: Eu amo o conjunto de biquíni de corda e o conjunto de biquíni Petite. Além disso, o Square Maillot para nadar!

FONTE

 

2019 > MATTEAU MUSE
posted by maisa12.23.2018

2019 nem começou mas nós já amamos! Ontem, 22, veio ao público um novo ensaio fotográfico estrelado pela nossa atriz favorita, Phoebe Tonkin para a edição de janeiro da WHO Magazine. A musa realizou as fotos em Sydney, na Austrália e foram feitas pelo fotografo Jason Ierance. 

Além das belíssimas imagens da nossa amada Phoebe, ela também concedeu uma entrevista que você pode conferir abaixo:

É o dia após o AACTA Awards e Phoebe Tonkin está no set com uma quantidade de energia que deveria ser ilegal, particularmente porque ela teve uma grande noite se aproximando de suas co-estrelas de Safe Harbor.
“Um lábio vermelho brilhante ajuda”, ela diz à WHO.
A atriz de 29 anos é uma das melhores exiladas da Austrália, tornando-se conhecida em The Vampire Diaries, mas Tonkin não está deixando a fama chegar até ela.
Falando com a WHO, a atriz fala sobre seu mais recente projeto, Bloom, sua visão sobre a debacle dos refugiados na Austrália e exatamente por que ela se recusa a posar nua para ser a “garota gostosa”.
WHO MAGAZINE: Qual é a única coisa que você nunca fará na tela?
PHOEBE: Não há muita coisa que eu não faria. Eu acho que qualquer nudez ou ação sexual que é gratuita ou não faz sentido, eu sou um pouco… Eu realmente valorizo quando a nudez é necessária. Eu não acho que as pessoas fazem sexo segurando folhas ou se cobrindo – especialmente quando você está tentando mostrar algo real. Eu não acho que eu faria nudez para ser a “garota gostosa” ou para servir alguma coisa de algum homem. Eu não acho que eu faria isso, mas eu não sou contra nudez e sexualidade, se é pelas razões certas.
WHO MAGAZINE: Qual foi a sua audição mais memorável?
PHOEBE: Na verdade, houve uma, anos atrás, que eu cheguei lá e não consegui me lembrar das falas para salvar minha vida. E em vez de dizer tipo ”escuta, isso não está indo bem, eu realmente não sei as falas”, eu fingi que estava muito doente no meio disso. Eu estava tipo “Oh meu Deus!” Eu estava agachada e segurando meu estômago. Eu fiquei tipo “Eu sinto muito por fazer isso, mas eu vou vomitar, eu tenho que sair e ir embora”.
WHO MAGAZINE: Então você não conseguiu esse papel?
PHOEBE: Eu não consegui esse papel, não. [Risos]
WHO MAGAZINE: Você mostrou suas habilidades de atuação.
PHOEBE: Sim! A propósito, eles deveriam ter me dado o trabalho porque eles acreditaram que eu estava doente.
ENSAIOS FOTOGRÁFICOS – PHOTOSHOOTS > 2018 > WHO MAGAZI

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